{"id":1808,"date":"2026-08-17T15:33:17","date_gmt":"2026-08-17T18:33:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.litpro.la\/?p=1808"},"modified":"2026-08-18T00:25:07","modified_gmt":"2026-08-18T03:25:07","slug":"nadja-janaudis-historias-que-nascem-da-memoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.litpro.la\/?p=1808","title":{"rendered":"Entrevista com Nadja Janaudis"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"1808\" class=\"elementor elementor-1808\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9b0a2dd e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no e-con e-parent\" data-id=\"9b0a2dd\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6319475 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"6319475\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Nadja Janaudis: hist\u00f3rias que nascem da mem\u00f3ria\n<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1f924b7 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"1f924b7\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">LitPro Entrevista <\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f6dc95e e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no e-con e-parent\" data-id=\"f6dc95e\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0a8edcb e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no e-con e-child\" data-id=\"0a8edcb\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c0a38cc elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"c0a38cc\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.litpro.la\/wp-content\/uploads\/elementor\/thumbs\/Nadja-Janaudis-e1787023392630-rs2i57d5wec255ovb3uhw58xm7bspwbn3bbdn0yvg0.jpeg\" title=\"Nadja Janaudis\" alt=\"Nadja Janaudis\" loading=\"lazy\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9616b92 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no e-con e-child\" data-id=\"9616b92\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-661a517 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"661a517\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"zw-paginated zw-page ui-1122-793-portrait\"><div class=\"zw-pagecontainer\"><div class=\"zw-content-wrapper\"><div class=\"selectableSection zw-contentpane\"><div class=\"zw-column-container\"><div class=\"zw-column\"><div class=\"zw-paragraph\" data-width=\"567.1679999999999\" data-tabpoints=\"[]\" data-textformat=\"{&quot;size&quot;:12}\"><div class=\"zw-line-div\"><p>Nadja Janaudis \u00e9 psic\u00f3loga, especialista em Educa\u00e7\u00e3o, e autora de dois livros: <em>Almas Inquietas<\/em> e <em>Sob C\u00e9us Estrangeiros<\/em>. Filha de imigrantes e descendente de lituanos, \u00e9 membro do LitPro. Convidamos Nadja a falar sobre sua trajet\u00f3ria, seus livros e sua experi\u00eancia com a escrita.<\/p><p><strong>1. O que levou voc\u00ea a come\u00e7ar a escrever e a transformar suas mem\u00f3rias, experi\u00eancias e imagina\u00e7\u00e3o em hist\u00f3rias?<\/strong><\/p><p>Sempre fui uma leitora apaixonada, desde os tempos em que, ainda menina, aguardava ansiosa pela chegada, no bairro da Vila Bela, da Biblioteca Itinerante do Sesi. A cada quinze dias me era permitido trocar os dois livros que havia emprestado na quinzena anterior. Era um tempo de sonhar. A escrita surgiu mais tarde, como uma necessidade de colocar em palavras tudo o que eu havia vivenciado. Alguns contos nasceram de lembran\u00e7as, de lugares que visitei e situa\u00e7\u00f5es que despertaram minha imagina\u00e7\u00e3o. Durante a pandemia, comecei a frequentar cursos de escrita on-line e a vontade de escrever veio como um jorro de um rio represado. Desde ent\u00e3o, sigo escrevendo. Escrever para mim \u00e9 o ato de libertar emo\u00e7\u00f5es, afetos e fantasias que ficaram guardados e aninhados internamente ao longo de uma vida de observa\u00e7\u00e3o.<\/p><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-34abb76 e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no e-con e-parent\" data-id=\"34abb76\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b7c6a41 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"b7c6a41\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><strong>2. Em <em>Almas Inquietas<\/em>, o que inspirou as hist\u00f3rias do livro e o que voc\u00ea gostaria que o leitor levasse dessa leitura?<\/strong><\/p><p>Alguns contos e cr\u00f4nicas de <em>Almas Inquietas<\/em> nasceram da observa\u00e7\u00e3o das pessoas e daquilo que nem sempre \u00e9 vis\u00edvel \u00e0 primeira vista. Outros contos surgiram de uma foto, ou frase inspiradora. Outros, de situa\u00e7\u00f5es ocorridas em viagens pelo mundo. O que os une talvez seja minha viv\u00eancia como filha de imigrantes e a sensibilidade do meu olhar sobre as situa\u00e7\u00f5es, sobre as lembran\u00e7as. Que o leitor possa se identificar com algum personagem, com alguma hist\u00f3ria. Se isso acontecer, minha escrita ter\u00e1 valido a pena.<\/p><p><strong>3. Em <em>Sob C\u00e9us Estrangeiros<\/em>, quais temas ou quest\u00f5es voc\u00ea quis explorar por meio dos personagens e de suas hist\u00f3rias?<\/strong><\/p><p>Atrav\u00e9s dos meus personagens e suas hist\u00f3rias, eu quis explorar os temas da imigra\u00e7\u00e3o, da mem\u00f3ria e do pertencimento. \u00c9 um romance focado no impacto das origens, nos dilemas \u00e9ticos, nas perdas e na constante busca por um lugar no mundo. A narrativa pretende discutir quais as nossas responsabilidades \u00e9ticas diante de crises humanit\u00e1rias e o que significa pertencer a um lugar.<\/p><p><strong>4. Voc\u00ea \u00e9 descendente de lituanos. O que a sua origem lituana representa para voc\u00ea e que influ\u00eancia ela tem na sua escrita? O que gostaria que as novas gera\u00e7\u00f5es preservassem dessa heran\u00e7a?<\/strong><\/p><p>Minha origem lituana sempre esteve presente em minha vida. Nas hist\u00f3rias de fam\u00edlia, nos costumes, na comida, nas fotografias antigas, embora eu tenha compreendido sua import\u00e2ncia de maneira diferente ao longo dos anos. Com o passar do tempo, cresceu em mim a curiosidade de saber quem eram essas pessoas antes de se tornarem meus av\u00f3s e bisav\u00f3s. Que sonhos tinham e do que tinham medo. Pensavam que cada atitude deles pudesse mudar o destino dos sucedentes? Essas quest\u00f5es me levaram, inevitavelmente, \u00e0 minha escrita.<br \/>Gostaria que as novas gera\u00e7\u00f5es soubessem e dessem valor \u00e0s hist\u00f3rias daqueles que vieram antes de n\u00f3s. Creio que quando conhecemos a hist\u00f3ria dos antepassados, compreendemos melhor a nossa pr\u00f3pria hist\u00f3ria. Ao tentar reconstruir o passado, percebo quantos relatos podem desaparecer quando uma gera\u00e7\u00e3o deixa de cont\u00e1-los \u00e0 seguinte.<\/p><p><strong>5. Como podemos adquirir seus livros? E onde podemos acompanhar seu trabalho e conhecer seus pr\u00f3ximos projetos?<\/strong><\/p><p>Os livros podem ser adquiridos atrav\u00e9s da Amazon. O romance <em>Sob C\u00e9us Estrangeiros<\/em> pode ser adquirido tamb\u00e9m na Livraria da Vila da Fradique Coutinho e na Editora Quel\u00f4nio. <br \/>O meu novo projeto <em>O<\/em> <em>homem do czar<\/em> ir\u00e1 surgir, em fragmentos, atrav\u00e9s do Instagram @nadjajanaudis, at\u00e9 que fique pronto. Um trecho da premissa do novo projeto: Entre a queda do Imp\u00e9rio Russo, a independ\u00eancia fr\u00e1gil da Litu\u00e2nia e a promessa distante do Brasil, uma fam\u00edlia atravessa guerras, fome, perdas e deslocamentos tentando preservar aquilo que n\u00e3o cabe nos registros oficiais: a mem\u00f3ria.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nadja Janaudis: hist\u00f3rias que nascem da mem\u00f3ria LitPro Entrevista Nadja Janaudis \u00e9 psic\u00f3loga, especialista em Educa\u00e7\u00e3o, e autora de dois livros: Almas Inquietas e Sob C\u00e9us Estrangeiros. Filha de imigrantes e descendente de lituanos, \u00e9 membro do LitPro. Convidamos Nadja a falar sobre sua trajet\u00f3ria, seus livros e sua experi\u00eancia com a escrita. 1. O que levou voc\u00ea a come\u00e7ar a escrever e a transformar suas mem\u00f3rias, experi\u00eancias e imagina\u00e7\u00e3o em hist\u00f3rias? Sempre fui uma leitora apaixonada, desde os tempos em que, ainda menina, aguardava ansiosa pela chegada, no bairro da Vila Bela, da Biblioteca Itinerante do Sesi. A cada quinze dias me era permitido trocar os dois livros que havia emprestado na quinzena anterior. Era um tempo de sonhar. A escrita surgiu mais tarde, como uma necessidade de colocar em palavras tudo o que eu havia vivenciado. Alguns contos nasceram de lembran\u00e7as, de lugares que visitei e situa\u00e7\u00f5es que despertaram minha imagina\u00e7\u00e3o. Durante a pandemia, comecei a frequentar cursos de escrita on-line e a vontade de escrever veio como um jorro de um rio represado. Desde ent\u00e3o, sigo escrevendo. Escrever para mim \u00e9 o ato de libertar emo\u00e7\u00f5es, afetos e fantasias que ficaram guardados e aninhados internamente ao longo de uma vida de observa\u00e7\u00e3o. 2. Em Almas Inquietas, o que inspirou as hist\u00f3rias do livro e o que voc\u00ea gostaria que o leitor levasse dessa leitura? Alguns contos e cr\u00f4nicas de Almas Inquietas nasceram da observa\u00e7\u00e3o das pessoas e daquilo que nem sempre \u00e9 vis\u00edvel \u00e0 primeira vista. Outros contos surgiram de uma foto, ou frase inspiradora. Outros, de situa\u00e7\u00f5es ocorridas em viagens pelo mundo. O que os une talvez seja minha viv\u00eancia como filha de imigrantes e a sensibilidade do meu olhar sobre as situa\u00e7\u00f5es, sobre as lembran\u00e7as. Que o leitor possa se identificar com algum personagem, com alguma hist\u00f3ria. Se isso acontecer, minha escrita ter\u00e1 valido a pena. 3. Em Sob C\u00e9us Estrangeiros, quais temas ou quest\u00f5es voc\u00ea quis explorar por meio dos personagens e de suas hist\u00f3rias? Atrav\u00e9s dos meus personagens e suas hist\u00f3rias, eu quis explorar os temas da imigra\u00e7\u00e3o, da mem\u00f3ria e do pertencimento. \u00c9 um romance focado no impacto das origens, nos dilemas \u00e9ticos, nas perdas e na constante busca por um lugar no mundo. A narrativa pretende discutir quais as nossas responsabilidades \u00e9ticas diante de crises humanit\u00e1rias e o que significa pertencer a um lugar. 4. Voc\u00ea \u00e9 descendente de lituanos. O que a sua origem lituana representa para voc\u00ea e que influ\u00eancia ela tem na sua escrita? O que gostaria que as novas gera\u00e7\u00f5es preservassem dessa heran\u00e7a? Minha origem lituana sempre esteve presente em minha vida. Nas hist\u00f3rias de fam\u00edlia, nos costumes, na comida, nas fotografias antigas, embora eu tenha compreendido sua import\u00e2ncia de maneira diferente ao longo dos anos. Com o passar do tempo, cresceu em mim a curiosidade de saber quem eram essas pessoas antes de se tornarem meus av\u00f3s e bisav\u00f3s. Que sonhos tinham e do que tinham medo. Pensavam que cada atitude deles pudesse mudar o destino dos sucedentes? Essas quest\u00f5es me levaram, inevitavelmente, \u00e0 minha escrita.Gostaria que as novas gera\u00e7\u00f5es soubessem e dessem valor \u00e0s hist\u00f3rias daqueles que vieram antes de n\u00f3s. Creio que quando conhecemos a hist\u00f3ria dos antepassados, compreendemos melhor a nossa pr\u00f3pria hist\u00f3ria. Ao tentar reconstruir o passado, percebo quantos relatos podem desaparecer quando uma gera\u00e7\u00e3o deixa de cont\u00e1-los \u00e0 seguinte. 5. Como podemos adquirir seus livros? E onde podemos acompanhar seu trabalho e conhecer seus pr\u00f3ximos projetos? Os livros podem ser adquiridos atrav\u00e9s da Amazon. O romance Sob C\u00e9us Estrangeiros pode ser adquirido tamb\u00e9m na Livraria da Vila da Fradique Coutinho e na Editora Quel\u00f4nio. O meu novo projeto O homem do czar ir\u00e1 surgir, em fragmentos, atrav\u00e9s do Instagram @nadjajanaudis, at\u00e9 que fique pronto. Um trecho da premissa do novo projeto: Entre a queda do Imp\u00e9rio Russo, a independ\u00eancia fr\u00e1gil da Litu\u00e2nia e a promessa distante do Brasil, uma fam\u00edlia atravessa guerras, fome, perdas e deslocamentos tentando preservar aquilo que n\u00e3o cabe nos registros oficiais: a mem\u00f3ria.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1808","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.litpro.la\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1808","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.litpro.la\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.litpro.la\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.litpro.la\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.litpro.la\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1808"}],"version-history":[{"count":20,"href":"https:\/\/www.litpro.la\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1808\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1829,"href":"https:\/\/www.litpro.la\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1808\/revisions\/1829"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.litpro.la\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1808"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.litpro.la\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1808"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.litpro.la\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1808"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}