{"id":1768,"date":"2026-05-28T17:27:15","date_gmt":"2026-05-28T20:27:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.litpro.la\/?p=1768"},"modified":"2026-05-28T17:58:27","modified_gmt":"2026-05-28T20:58:27","slug":"porque-a-imigracao-lituana-merece-ser-contada-e-recontada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.litpro.la\/?p=1768","title":{"rendered":"Porque a imigra\u00e7\u00e3o lituana merece ser contada e recontada?"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"1768\" class=\"elementor elementor-1768\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5be9015 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no e-con e-parent\" data-id=\"5be9015\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a8ed4b6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a8ed4b6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><em>Por Janete Jakatanvisky <\/em><\/p>\n<div class=\"zw-paragraph\" data-width=\"567.1679999999999\" data-textformat=\"{&quot;size&quot;:12}\">\n<div class=\"zw-line-div\">\n<div class=\"zw-line-content\">\n<p>Meu pai, Jonas Jakatanvisky, lan\u00e7ou seu primeiro livro aos 71 anos: Os Imigrantes Lituanos em S\u00e3o Paulo \u2013 1880-1931. Filho de imigrantes lituanos, ele quis registrar a trajet\u00f3ria de uma gera\u00e7\u00e3o que deixou sua terra natal em busca de uma nova vida no Brasil.<\/p>\n<p>Ao contar a hist\u00f3ria de seus pais \u2014 meus av\u00f3s \u2014, acabou contando tamb\u00e9m a hist\u00f3ria de milhares de lituanos: a decis\u00e3o de emigrar, a longa viagem, a chegada ao porto de Santos, a passagem pela Hospedaria dos Imigrantes e os desafios nas fazendas e, depois, na cidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Seu trabalho reuniu mem\u00f3rias, documentos, jornais e relatos para preservar uma hist\u00f3ria que poderia se perder com o tempo. Al\u00e9m dos livros, dedicou-se tamb\u00e9m \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o do acervo cultural da Sajunga-Alian\u00e7a Lituano-Brasileira.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4310581 e-grid e-con-full wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no e-con e-child\" data-id=\"4310581\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2b3569b elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"2b3569b\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"594\" height=\"714\" src=\"https:\/\/www.litpro.la\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/imagem_2026-05-28_174013655.png\" class=\"attachment-large size-large wp-image-1771\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.litpro.la\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/imagem_2026-05-28_174013655.png 594w, https:\/\/www.litpro.la\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/imagem_2026-05-28_174013655-250x300.png 250w, https:\/\/www.litpro.la\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/imagem_2026-05-28_174013655-200x240.png 200w\" sizes=\"(max-width: 594px) 100vw, 594px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-95aa1df elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"95aa1df\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Lembro com emo\u00e7\u00e3o do lan\u00e7amento daquele primeiro livro, em 2006, numa noite inesquec\u00edvel na Sajunga. Na \u00e9poca, ainda n\u00e3o imagin\u00e1vamos que ele deixaria outros manuscritos que mais tarde seriam revisados e publicados, completando uma importante cronologia de 100 anos da imigra\u00e7\u00e3o lituana no Brasil (1880-1980).<\/p>\n<p>Hoje, entendo ainda mais a import\u00e2ncia desse registro. Hist\u00f3rias familiares e comunit\u00e1rias ajudam a fortalecer identidades, preservar mem\u00f3rias e conectar gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u00c9 por isso que a imigra\u00e7\u00e3o lituana merece ser contada e recontada.<br \/>Escreva, grave, fotografe, desenhe \u2014 mas deixe a sua hist\u00f3ria!<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Janete Jakatanvisky Meu pai, Jonas Jakatanvisky, lan\u00e7ou seu primeiro livro aos 71 anos: Os Imigrantes Lituanos em S\u00e3o Paulo \u2013 1880-1931. Filho de imigrantes lituanos, ele quis registrar a trajet\u00f3ria de uma gera\u00e7\u00e3o que deixou sua terra natal em busca de uma nova vida no Brasil. Ao contar a hist\u00f3ria de seus pais \u2014 meus av\u00f3s \u2014, acabou contando tamb\u00e9m a hist\u00f3ria de milhares de lituanos: a decis\u00e3o de emigrar, a longa viagem, a chegada ao porto de Santos, a passagem pela Hospedaria dos Imigrantes e os desafios nas fazendas e, depois, na cidade de S\u00e3o Paulo. Seu trabalho reuniu mem\u00f3rias, documentos, jornais e relatos para preservar uma hist\u00f3ria que poderia se perder com o tempo. Al\u00e9m dos livros, dedicou-se tamb\u00e9m \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o do acervo cultural da Sajunga-Alian\u00e7a Lituano-Brasileira. Lembro com emo\u00e7\u00e3o do lan\u00e7amento daquele primeiro livro, em 2006, numa noite inesquec\u00edvel na Sajunga. Na \u00e9poca, ainda n\u00e3o imagin\u00e1vamos que ele deixaria outros manuscritos que mais tarde seriam revisados e publicados, completando uma importante cronologia de 100 anos da imigra\u00e7\u00e3o lituana no Brasil (1880-1980). 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